|
|
9.5.09:
Well... cheguei no ponto final.. creio eu, fiz tatuagem, me apaixonei, comprei um veículo, tenho habilitacao, tenho dinheiro para fazer qualquer coisa... daquilo que queria conquistar, já conquistei... Não consigo parar de fazer merda... não consigo tomar um rumo, o que me leva a crer que não existe rumo para mim.. não consigo resolver o que mais poderia conquistar, o que me leva a crer que não conquistarei mais nada.... Estou em uma nova.... sim sim sim.... minha lista foi atualizada, mais duas... e como sempre, gamei, e na última, parecia até que poderia se tornar algo mais, mesmo sabendo que eu não conseguiria ter por ela sentimentos sinceros e profundos... mas acho que não vai mais virar nada... sinceramente, não queria mais ter nada, queria me isolar do mundo, quem sabe fazer algum curso, alguma coisa, tentar focar em uma carreira, mas, sei que nunca vou conseguir ter coragem de encarar uma mudança, pra tentar achar algo que me deixaria feliz, sei que a exaustidão é tremenda.... enquanto esperava dar a hora para tentar conversar com a "ultima" eu entendi isso, que eu consegui atingir o meu pico de interesse... mesmo ouvindo o nerdcast sobre financas, em que deram uma aula de como pensar como investido.... só sei que se amanhã não acordar: aqui, assim, dessa forma.... saberei que a angustia acabou.... Ouvindo >>>>>> Dance of Days - Jogando para perder Sempre digo que não vou, mas não consigo evitar. Sou assim e tem coisas que a gente não escolhe. É por vício que me entrego. É esquisito, mas sincero: me sinto mais perto de ti. Estou jogando pra perder. Parece que não tem nada a ver, mas, se é assim que tem que ser, que seja. Eu não ligo, prefiro pensar que arrisquei e que pelo menos eu tentei. Eu perdi todas apostas que eu fiz ao espelho e neguei teu nome tantas vezes que nem sei mais como me chamo, nem sei mais se eu te amo, nem sei mais quanto perdi. Estou jogando pra perder. Parece que não tem nada a ver, mas, se é assim que tem que ser, que seja. Eu não ligo, prefiro pensar que arrisquei e que pelo menos eu tentei. Sou filho da carne, sobrinho da perdição e bastardo de coração. E eu não sei mais se há luz no fim do túnel... Mas eu corro na direção. |